quinta-feira, 18 de maio de 2017

A história do Brasil. E a sua.

Nunca vi evolução sem revolução - caos, discussão, dor, dificuldade, reforma, contradição, oposição. Não acredito em pessoas mudarem sem esforço, choro, dúvida, incômodo, terapia, meditação , reforma íntima, espiritualidade.


Crenças minhas.


Minha posição política em todo esse momento do país é a de quem tem trinta e poucos e enxerga os livros de história em 20 anos. Lá vejo que o Brasil terá evoluído e será fruto desse caos que estamos vivendo.


Enquanto isso não acontece, o que defendo é que, como pessoas, seres humanos, temos uma história nossa pra contar. Uma história que vai além do pano de fundo da história do Brasil. Aquela, que não vai pros livros. Que vai no máximo pra o banco de lembranças do Facebook sobre você mesmo. Se ainda existir o Facebook. E na história de cada um, haverá para esse período de caos que o país vive, na sua história, o quê ?


Alfinetadas para fulano e beltrano? Dissabor? Pessimismo? Discussões com amigos e familiares? Amigos perdidos? Ideias nocivas? Conteúdos tóxicos? Posicionamentos para o nada? Defesa de partidos, homens políticos x ou y descobertos corruptos ou pouco nobres?


Os livros de história nao contarão a sua história. O que será dela?


O que vai ficar de você é o como você se relacionou com o seu próximo e os muito próximos nesses vinte anos no meio de tudo isso. Quem ajudou? Quem você ouviu? Que colo deu? Que colo recebeu? O que doou? A quem se doou? Com quem dividiu? Com quem sorriu e abraçou?


Desejo tolerância. Otimismo. Escuta. Abraços e gargalhadas. Desejo amor. Que não te falte amor. Porque isso sim, acredito que preenche história. A sua.

domingo, 7 de maio de 2017

Horas

Primeiro a gente divide ideias. Depois horas. Depois noites. Que podem virar dias. Que podem ir se  juntando em finais de semana. Semanas inteiras. Meses.


E, quem sabe, pode dividir suspiros, olhares profundos, risadas íntimas. E passa a dividir sobremesas, salada, prato principal. Divide o colo, o banco no carro lotado.


A divisão vira soma e as somas, multiplicação.


Nunca saberemos no que essas horas vão dar. Mas a dedicação em vive-las já significa tanto que não haverá como esquece-las mesmo que pouco forem.

sábado, 6 de maio de 2017

Merecimento

Sua vida será melhor se descobrir o que você merece.


Mesa posta, guardanapo de pano, tempo, poder sentar e comer lentamente enquanto as energias ressurgem. Sentir o gosto dos alimentos com calma. Café da manhã.


Não se contente com nada menos do que você merece. Essa frase parece coisa de gente sofrida, apesar de ter muita profundidade. Dando uma reformulada nela, olhando por outro angulo: dedique-se muito, muito mesmo, todo o tempo do mundo, a entender o que você merece. Quando você entender isso, assim acredito, saberá reconhecer sua importância, grandeza, e saberá recusar o que não te pertence e ir ao encontro do que merece.


Sigo me dedicando muito muito muito a esse entendimento. Rs Chego la um dia!

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Dia do Trabalho

Dia do trabalhador. Um feriado a mais. Resolvi escrever por pensar "Deus do céu, como eu ja trabalhei nessa vida e como eu trabalho!".

Trabalhar enche a vida. Dignifica, facilita as coisas financeiramente, traz o prazer das conquistas, te faz sentir forte.


Sou grata por trabalhar e por ter trabalhado tanto já e por ser tão fazedora das coisas. Trabalhar é maravilhoso e até no meu mapa astral fala que sou "uma máquina avassaladora de trabalho" e, se eu não tiver muito auto conhecimento e força de vontade, minha vida se resumirá a isso.


Por trabalhar muito ja perdi um tanto de coisa. Muitos momentos, muitas pessoas, muita interação. Mesmo eu trabalhando rodeada de gente e sempre em coisas "cheias de vida".


Entrei nessa briga por não resumir minha vida a nada. Ela é só uma pra se falar em resumos. Tem mais é que ser superlativa, múltipla, plural.


Trabalhar não é mais importante que o tempo comigo mesma. Nao é mais importante que meus amigos, minhas músicas e a vontade de ouvi-las. Não é mais importante que meus sobrinhos e minhas irmãs nem mais importante que meus banhos de mar. E claramente, as coisas que mais me dão prazer não estão no trabalho. (Demorei a perceber isso!). E olhe que eu adoro o que faço.


No dia do trabalho, o que me desejo é menos trabalho pra mim, pra você, pra qualquer um. Por mais prazer que se tenha em qualquer oficio, nada é mais prazeroso que horas de folga, dias de férias. E se nem é tanto assim, entendo que tem algo errado. Pode ser que Lhe falte amigos, família, um amor... talvez lhe falte um pouco de você em sua vida.

domingo, 23 de abril de 2017

Tome decisões.


Sua equipe não te dá resultado há alguns meses. Você continua com ela inalterada, sem mudar nada. Onde está o problema?
Provavelmente o problema está em você. Olhe para sua atuação ou omissão em tomar decisões. Não entregar resultados há meses é sinal claro de problemas de gestão e o primeiro a ser responsabilizado por isso é você. Parece óbvio, mas infelizmente muitos gestores acabam não enxergando essa relação imediata.

Diante de uma não entrega de resultado, algo precisa ser feito. Mudar o modo de fazer, mudar a equipe, mudar a forma de organizar a equipe – redistribuir responsabilidades, formas de atuação, etc.

O Brasil é um país conservador e é fácil encontrar líderes também conservadores, que temem demitir, contratar, mudar as pessoas de função, tarefa ou horário. Isso seria tirar as pessoas da tão sonhada estabilidade que todo brasileiro busca. No entanto, nem sempre essa estabilidade sonhada está aliada a entrega de resultados. Ou não estará pra sempre.

Natural nos acostumarmos com as pessoas que fazem parte de nossa equipe. Mas para mudar o resultado, virar a mesa, são essas as pessoas que você precisa?

Em time que está ganhando não se mexe. Esse aprendizado vem dos jogos. Mas e a inversa? Time que está perdendo, o que se faz?


É necessário mudar. Antes que mudem você.

Para quem está dedicando seu tempo?

Nesses vários anos liderando líderes e tentando ajudá-los a liderar, um das orientações que certamente mais dei foi o de “tenta não perder tanto sua energia com o fulano”, “tenta relevar quando beltrano tentar te irritar”, “tenta dedicar menos atenção aos que te trazem problemas e dar mais atenção aos que te trazem solução”.

Certamente essa é uma prática difícil no dia a dia, mas em que acredito muito. Sempre dediquei mais tempo a produtos que mais vendem e sempre dediquei mais tempo às pessoas que mais querem trabalhar, crescer, se desenvolver, entregar mais. Sempre me dediquei mais às altas performances, pra que elas se tornem ainda maiores.

Existem pessoas difíceis em todas as equipes, grupos, famílias. Podem ser mais sensíveis, improdutivos, preguiçosos, individualistas, com dificuldades cognitivas, podem não querer estar ali, etc. Estão ali por alguma razão, então considero que é pra desenvolver nos demais membros da equipe comportamentos mais humanos: paciência, compaixão, cuidado.

São pessoas que precisam de atenção e vão fazer por onde aparecerem, seja atrapalhando, seja de outra forma. Não necessariamente fazem por mal. Pode ser alguém fora de perfil; pode ser alguém com uma série de problemas consigo mesmo que acaba reverberarem em seus colegas de trabalho, pode ser alguém que não quer mais estar no grupo ou na empresa.

Gosto dessas pessoas. Sempre tentei aprender com elas. Enxergo pelo ângulo da diversidade: ninguém é igual e nem mesmo com os melhores processos seletivos, teremos uma equipe homogênea. E que bom! As diferenças são maravilhosas e bem vindas. Elas ajudam a gente a olhar por outro ângulo, nos desafiam mais, deixam as conquistas mais saborosas. Porém, quando se fala de entregas, de gestão de pessoas, entendo que todos os líderes que dedicam mais tempo de sua agenda e da sua energia a cuidar mais ou muito dessas pessoas, estão cometendo erros gravíssimos com os demais.

Muitas vezes já está claro que essa pessoa não permanecerá por muito tempo na equipe, seja por um motivo ou outro. Existe uma questão fundamental: entender se a pessoa quer ser ajudada, se quer estar ali naquele desafio com os demais. Muitas vezes não querem.

Ideal seria neutralizar sua intervenção colocando-o para trabalhar numa atividade de menor impacto ou risco. Isso lhe dará maior tranquilidade para entendê-lo e até ajudá-lo.

Então porque se dispersar tanto nos conflitos que ela traz? Se isso acontecer, a equipe não evoluirá e inclusive a relação com a pessoa “diferente” também não. Até mesmo pra ajudar “o diferente” a se enxergar de forma mais clara diante a equipe, é importante que os demais membros se unam, amadureçam, evoluam, sejam acompanhados, desafiados, desenvolvidos. E pra isso é necessário um bom líder dedicando tempo pra isso.

Os resultados das equipes aparecem quando a maioria está feliz, motivada, engajada num propósito. Uma equipe com líder estressado, que tá sempre resmungando contra o fulano que não ajuda não chegará a lugar nenhum. É como uma plateia ficar a esperar o show começar porque o cantor parou a banda pra pedir pra um convidado falar mais baixo porque está atrapalhando.


Certamente em nossas vidas haverá aquele “fulano” ou aquele problema que fica a tentar tirar nosso tempo, nossa energia e a nos dispersar do show diário que temos que tocar. Cabe a cada um dar atenção ao que de fato vai trazer retorno.

Uau! Aquele chefe é um líder!


Fala-se muito em chefia e liderança, a diferença de um pro outro, o quanto o líder é um ser maravilhoso e endeusado e o chefe um vilão endemoniado.

De fato, ser chefe é desafiador. Se atribuirmos a essa palavra às obrigações que o cargo exige, sim! É muito chato ser chefe: metas a bater, normas e ordem a garantir, prestações de contas de entregas, punições a aplicar, responsabilizações em geral, desafios de agenda, tempo corrido. De fato ser chefe é muito chato e é natural que essa figura seja mesmo detestável.

Mas o ideal é que os chefes sejam líderes. E ideal que os líderes ao virarem chefe, não esqueçam que – numa situação normal de empoderamento – foi a capacidade de liderar que os levou até o cargo de chefia, que, em geral, é mais bem remunerado e não é pra todos. Afinal, nem todo mundo nasceu pra ser “o chato”.

Ser líder sem um cargo de chefia é bem gostoso. Você sugere, aconselha, media o grupo, contorna conflitos, interage com todos,  comemora, escuta  os vários pontos de vista, exercita seu poder de empatia, compartilha conhecimentos. É um processo osmótico de respeito ao próximo, de mediação, de conciliação e de vender ideias que sejam importantes para todos. Até aí não há obrigação formal e as ideias a serem vendidas são suas.

Quando o tal líder vira chefe, provavelmente terá que vender ideias da empresa em prol de atingir os resultados que a empresa exige. E nem sempre haverá um bom líder pra lidera-lo que “venda” da melhor forma essas ideias. Muitas vezes ele precisa buscar auto motivação e encontrar sozinho as argumentações, discursos e formas de convencer e motivar sua equipe a fazer o que a empresa quer que seja feito. Antes disso, claro, o chefe/líder precisa ver lógica, propósito e entender se o que se propõe faz sentido pra ele. Porque afinal, ninguém consegue vender nada em que não se acredita.

Vez ou outra o tal chefe se pega justificando que tem que ser feito aquilo “porque sim”, “porque precisamos vender”, “porque precisamos bater metas”. Sintoma claro de que se perdeu o propósito, perdeu-se o brilho, perdeu-se o Líder. Nesse jogo de vender ideias que não são exatamente suas e ser cobrado por uma série de obrigações, por vezes, os comportamentos de liderança se perdem, se confundem, ou mesmo o seu estilo de liderança se descaracteriza. É quando fica só o chefe e se vai o Líder. É quanto fica chato pra ambas as partes: líder e liderado.

Certamente uma das maiores habilidades que um líder precisa ter é o de liderar a si mesmo: suas emoções, limitações, seus pontos fortes e ambições. Aliar a pressão interna e externa por entregar os resultados ao engajamento da equipe - que é quem vai te levar às conquistas, não é tão simples quanto parece.

Ser chefe não é pra todo mundo. Ser um líder num cargo de chefia é pra muito poucos.

sábado, 22 de abril de 2017

Como crescer profissionalmente?

A maioria das pessoas que trabalha pra alguém ou alguma empresa vive a esperar uma oportunidade de crescer, de aparecer, de ser promovido, de ter aumento salarial.

Aprendi desde cedo que precisamos entender o que nosso gestor precisa antes mesmo dele nos dizer ou pedir. Na escola, é como adivinhar o quê o professor mais quer que a gente aprenda e se dedicar a estudar aquilo para a prova. 

Quando se fala "a oportunidade se cria" se quer dizer que qualquer um pode se dedicar a descobrir o que é mais necessário no ambiente de trabalho e se empenhar em colaborar ou ajudar justamente no que é crucial para o negócio. Facilmente você verá as oportunidades "aparecerem" depois que se empenhar nisso.

Como em etapas de um jogo de vídeo game, logo que você transpõe a primeira fase - a barreira do que se espera prioritariamente de você - fica mais fácil ir pra próxima fase - que certamente será diferente da primeira, será mais engrandecedora e diferente da fase em que a maioria está, já que poucos sabem perceber o que seus gestores esperam.

"Ah, eu num tenho que adivinhar o que ele quer não, ele que venha me dizer". Essa é a forma mais imatura de encarar seu crescimento profissional. Provavelmente você está sendo irresponsável com seu futuro e também com o seu presente se tiver pensando dessa forma. A relação de um profissional com seu gestor é tal qual qualquer relação de dois: amigos, irmãos, pai e filho, cônjuges. Mais proveitosa será se ambas as partes se dedicarem uma a outra, se respeitando, se percebendo, se ajudando e tentando se agradar.

A imaturidade de achar que o mundo gira em torno de você é o que atrasa todas suas relações e possibilidades de sucesso. Não! O mundo não gira em torno de você, a empresa que você trabalha também não e seu gestor menos ainda. Tente pensar de outra forma.

O mercado de trabalho tem poucas pessoas que querem vencer na vida e que procuram fazer por onde conseguir isso. A maioria está a esperar: orientações, treinamentos, conselhos, ensinamentos, "oportunidades". A maioria está a esperar sem saber que quem vence é quem avança primeiro mesmo sem essas orientações, treinamentos, oportunidades etc . Vencer na vida para essas pessoas não se tornará uma espera, e sim uma colheita: claramente e naturalmente o crescimento será alcançado porque elas trabalharam pra isso.

Em ambientes de tarefas operacionais, caso você trabalhe em um, tente entender o que, na sua operação, se prioriza como resultado: velocidade, qualidade, priorização de determinadas tarefas, etc. Em vendas a clientes, estude sua meta, o tempo que tem pra atingi-la, observe quem vende bem, imite, modele, escute o cliente, entre no ritmo do cliente, perceba o que ele procura sem ansiedade e sua venda acontecerá.

Chegará o tempo que você se sobressairá. Seu chefe vai te perceber. Vai te dedicar mais atenção e tempo e isso te trará consequências.

As consequências do sucesso. Ao seu redor, provavelmente você ganhará de alguns colegas apelidos de babão, será observado por seus pares, vão te invejar, podem vir a falar mal de você, tentar relevar o trabalho que você faz, duvidar de sua capacidade e até da sua idoneidade. Essa hora é fundamental pra você decidir até onde quer ir profissionalmente.

Você quer ser o melhor no que faz?
Ou quer ajudar a construir a equipe que melhor faz?
Ou não sabe o que quer e não quer pensar sobre isso?

São três papeis bem diferentes. Os dois primeiros, bem importantes para a empresa.

Toda empresa precisa de ter um cara muito bom no que faz. Esse profissional elevará a régua, gerará referência aos demais, será figura importante na equipe, tende a ensinar os demais e se destacar em prêmios, comissões, reconhecimentos internos.

Toda empresa precisa também de profissionais que puxem a equipe consigo, que influenciem, criem um clima legal de trabalho, que provocam os colegas a fazer melhor, topam as mudanças e desafios, enfim. Esses tendem a ser os futuros líderes das equipes.  

Se você quer ser o melhor da sua equipe, siga persistindo nas melhores práticas e com foco em entregar sempre o melhor resultado. Foco é a palavra de ordem.

Se quer assumir papel de liderança, precisa se aproximar cada vez mais das pessoas, inclusive daqueles que tentam te puxar pra baixo. Aproxime-se, conheça-as, entenda a forma de pensar de seus colegas, pergunte porquê, proponha ideias, venda uma forma nova de pensar e já estará fazendo liderança por tentar exercer influência sobre eles. Venda suas ideias.

A comunicação que influencia é a maior competência de um líder. O líder é um grande vendedor de ideias. Convença o seu colega a fazer corretamente, a fazer mais rápido, a fazer junto, a se dedicar, a tratar com seriedade o trabalho, a pensar positivo, a ter ideias, a propô-las e estará liderando, mesmo sem o cargo. Principalmente: estará ajudando seu gestor. Provavelmente em pouco tempo ele dividirá com você pequenas tarefas e você aprenderá coisas novas e evoluirá profissionalmente.

Sob esse ângulo, tudo parte de sua decisão pessoal. Você decide liderar ou ser destaque no que faz, ou você decide não pensar em nada disso e não decidir sobre nada e ser mais um, imperceptível dentro do grupo de trabalhadores. Você decide o que quiser.


Em que seu gestor mais precisa de você? Como você consegue ajuda-lo no que ele mais precisa? Todo o resto parte dessas respostas. Todas as conquistas partirão de um primeiro passo a partir delas.

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Papo Sobre Liderança 1

É sobre Liderança...

Sobre o efeito que temos em quem tá a nossa volta...
Sobre colher os frutos de onde nem sabemos direito onde e quando plantamos...
Sobre o poder das palavras, de escrevê-las, de verbalizá-las, sobre a coragem de dizê-las...
Sobre a comunicação ser a principal competência da Liderança, sem sombra de dúvidas...
Sobre eu ser tão tão tão grata a Deus por ter nascido com esses dois dons: de liderar e de me comunicar...
Sobre também a gratidão de ter já descoberto e entendido esses dons e por me colocar aberta a aprender a domá-los e melhorar através deles a cada dia mais.
Vim pra esse mundo pra ser melhor. Não tem outra razão. E vou insistir nisso cada dia, dia a dia mais e mais. Sem temer e sem esmorecer.
É no efeito que eu gero no outro que eu me reconheço.

Papo sobre Liderança

Existe uma grande pegadinha em gestão de pessoas que é, em momentos de stress, tensão e alta pressão, olhar a coisa pelo ângulo negativo, do copo meio vazio.

Isso cai principalmente sobre nosso olhar sobre as pessoas, sobre nossas equipes.
De uma hora pra outra, todos parecem ter só defeitos e tendemos, pelo natural do "ser-humano", olhar para os liderados pela lente do "onde você tem que melhorar" mais do que a lente do "em que voce é bom e pode com isso ajudar".

Liderar não deixa de ser um babado para quem ama. Se o líder não se coloca "amando" sua equipe, dificilmente vai conseguir ajudá-la a chegar onde quer que seja.

Se ele é o primeiro a dizer "mas fulano não ajuda", "minha equipe é muito difícil" significa claramente que não tá pronto pra exercer a liderança que levará ao sucesso.

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